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Revitaliza as células da pele, melhora a estética e a beleza
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Revitaliza as células da pele, melhora a estética e a beleza

Revitaliza as células da pele, melhora a estética e a beleza

Em laboratório, células humanas de queratinócitos, foram expostas por 40 minutos à um emissor de radiação de Infravermelho Longo (FIR POWER) de 3 a 25 mícrons.

Na revisão da literatura realizada por Inoué S., Kabaya M., 1989 (9) já encontravam-se análises experimentais sobre os efeitos biológicos do Infravermelho Longo (FIR POWER), entre eles, um efeito de melhora na circulação sanguínea da pele humana.

Estudos recentes confirmam estes achados. Em 2012, Chen YC et al. (11) investigaram o efeito protetor da radiação de Infravermelho Longo em queratinócitos estressados , e as vias de sinalização envolvidas. Em laboratório, células humanas de queratinócitos foram estressadas através de infiltração com uma solução desidratante, sendo que 4 horas antes, parte destas amostras foram expostas por 40 minutos à um emissor de radiação de Infravermelho Longo de 3 a 25 mícrons posicionado a 25 centímetros de distância das células.

Várias análises laboratoriais específicas foram realizadas nas amostras, e comparados os achados entre os grupos com e sem exposição prévia ao Infravermelho Longo. Foi constatado com diferença estatisticamente significante que o pré-tratamento com Infravermelho Longo atenuou o fenômeno de apoptose e morte celular em cultura de queratinócitos estressados por desidratação, apontando um efeito protetor da radiação de Infravermelho Longo às células da pele.

Em 2011, Rau CS et al. (12) estudaram em laboratório a capacidade da radiação de Infravermelho Longo em promover angiogênese em células endoteliais da microvascularização da pele humana. Culturas de células foram expostas por 30 minutos a um emissor de Infravermelho Longo de 5 a 12 mícrons, posicionado a 20 centímetros de distância das amostras. Análises laboratoriais específicas foram realizadas e comparadas entre amostras com ou sem exposição ao Infravermelho Longo.

Atividades celulares específicas foram ativadas com diferença estatisticamente significante entre os grupos. Os resultados demonstraram que a radiação de Infravermelho Longo significativamente estimulou os processos de angiogênese nas células endoteliais da pele humana.

Yoo BH, et al., 2002 (13) investigaram os efeitos biológicos na pele humana através da radiação de Infravermelho Longo, emitido por pó de pedras de jade e turmalina adicionadas a uma fórmula de creme de emulsão. A emissividade de Infravermelho Longo desta formulação foi medida, sendo constatada uma energia de 4 a 20 mícrons.

Participaram do estudo 5 homens e 5 mulheres entre 26 e 35 anos; foi mensurada a temperatura da pele destes indivíduos em condições idênticas de umidade e temperatura do ambiente, e registrada a diferença de temperatura entre os dois lados da face. Cada indivíduo recebeu aplicação de creme simples em um lado da face e a formulação experimental no outro lado da face, sendo medida novamente a temperatura da pele imediatamente após a aplicação dos cremes.

Ao compararem os resultados de antes e depois da aplicação dos cremes, foi observada uma elevação na temperatura da pele em diferentes proporções entre os indivíduos, o que pode ser devido a uma sensibilidade diferente de cada indivíduo ao Infravermelho Longo. Os resultados sugeriram que os raios Infravermelho Longos tem uma função de elevação na temperatura, podendo acelerar a circulação sanguínea da pele. Os pós de minerais emissores de Infravermelho Longo se mostram como grandes potenciais para utilização como matéria prima em cosméticos.

Em 2012, Hsu YH, et al. (14), avaliaram o efeito biológico do Infravermelho Longo na proliferação de células endoteliais de veias umbilicais humanas. No estudo foi utilizado um emissor de cerâmica gerador de Infravermelho Longo de 3 a 25 mícrons , sendo as culturas de células expostas por 30 minutos. Os resultados demonstraram que o Infravermelho Longo levou a efeitos biológicos de ativação celular independentes do aumento da temperatura.

Lee JH et al., 2006 (15), investigaram os efeitos da radiação de Infravermelho Longo na produção de colágeno e elastina pelos fibroblastos da pele. Além do estudo laboratorial já discutido anteriormente, estes pesquisadores estudaram adicionalmente 20 pacientes com leves a moderadas rugas faciais e lesões hiperpigmentadas, de idades entre 35 a 61 anos. Estes receberam 15 a 20 minutos de tratamento diário com radiação de Infravermelho Longo, por um período de 6 meses.

Para avaliação dos resultados, foram realizadas fotografias com 0, 3 e 6 meses de tratamento, bem como scores de melhora clínica foram determinados a cada 4 semanas, tanto pelos pacientes quanto por um observador clínico. Todos os pacientes completaram os 6 meses de tratamento e participaram de todas as avaliações de acompanhamento.

Ao final do tratamento, a média de pontuação de melhoras clínicas foram estatisticamente significantes tanto no registro dos pacientes quanto do observador clínico. Foram registrados para todos os pacientes boa melhora na textura e rugosidade da pele, além de razoável melhora em pequenas rugas e na coloração da pele. Segundo os autores, estes resultados sugerem que a radiação de Infravermelho Longo pode ter efeitos benéficos na textura e rugas faciais, por aumentar os conteúdos de elastina e colágeno através do estímulo aos fibroblastos da pele. Portanto, a terapia com Infravermelho Longo pode ser um eficaz e seguro método de tratamento de pele, podendo ser útil também no tratamento do fotoenvelhecimento.

Referências dos estudos científicos:

(9) Inoué S, Kabaya M. Biological activities caused by far-infrared radiation. Int J Biometerol. 1989 Oct;33(3):145-50.

(11) Chen YC et al. Far-infrared ray irradiation attenuates apoptosis and cell death of cultured keratonocytes stressed by dehydration. J Photochem Photobiol B. 2012 Jan 5; 106:61-8.

(12) Rau CS et al. Far-infrared ray irradiation promotes angiogenesis in human microvascular endothelial cells via extracelular signal-regulated kinase activation. Photochem Photobiol. 2011 Mar-Apr;87(2):441-6.

(13) Yoo BH, et al., Investigation of jewelry powders radiating far-infrared rays and the biological effects on human skin. J Cosmet Sci. 2002 May-Jun;53(3):175-84.

(14) Hsu YH, et al. Far-infrared therapy induces the nuclear translocation of PLZF which inhibits VEGF-induced proliferation in human umbilical vein endothelial cells. PLoS One. 2012;7(1).

(15) Lee JH et al., Lee JH, Roh MR, Lee KH. Effects of infrared radiation on skin photo-aging and pigmentation. Yonsei Med J. 2006 Aug 31;47(4):485-90.

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1 Comentário

  • Cléber Rocha
    22 de maio de 2019, 19:43

    Show de bola….

    REPOSTA