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A atividade magnetoterápica na fisiologia das células
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A atividade magnetoterápica na fisiologia das células

A atividade magnetoterápica na fisiologia das células

Os benefícios do campo magnético (FIR POWER) para o trabalho das atividades fisiológicas das células humanas.

Em surpreendente estudo realizado por Wang Z. et al., 2010(1) com aplicação de campos magnéticos estáticos em linhas de células in vitro, observou-se que a magnetoterapia reproduziu uma série e respostas celulares qualitativamente similares a de medicamentos estudados para o tratamento de Doença de Parkinson. Tais atividades celulares incluíram alteração do fluxo de cálcio, aumento nos níveis de ATP, redução da produção de óxido nítrico, inibição de alterações no corpo dos neurônios, entre muitas outras.

Os autores concluíram que os resultados in vitro apresentados neste estudo, se aplicados in vitro, podem representar uma promessa de que o tratamento com campos magnéticos estáticos sejam uma intrigante abordagem não invasiva para tratar a Doença e potencialmente outras desordens neurológicas.

Tratamento com campos magnéticos estáticos sejam uma intrigante abordagem não invasiva para tratar a Doença e potencialmente outras desordens neurológicas.— Wang Z. et al.

Em um estudo conduzido por Laszló JF et al.(2), este publicado em 2010, observou a exposição diária da magnetoterapia em camundongos diabéticos. Expostos a campo magnético estático (intervalo de 2,8 a 476,7 mT) por 30 minutos ao dia durante 12 semanas, os camundongos induzidos à neuropatia diabética foram comparados a outros que não receberam a magnetoterapia.

Observaram-se efeitos estatisticamente significantes para a redução dos níveis de glicose circulante no sangue de camundongos de grupo exposto à magnetoterapia em relação ao controle.

Ademais, Laszló J.(3) escreveu sobre as evidências dos efeitos biológicos dos campos magnéticos estáticos, com especial ênfase a muitos experimentos húngaros em farmacologia e neurologia.

Ele afirma que baseados nestes resultados podem ser formuladas duas declarações:

1 — É possível reproduzir um campo magnético estático que induza a efeitos estatisticamente significantes em modelos animais;

2 — O efeito induzido é biológico, os sistemas endógenos do organismo não estimulados a superar processos patológicos específicos, O autor finaliza ressaltando de como podemos fazer uso terapêutico desdes efeitos biológicos.

Referências dos estudos científicos:

(1) Zhiyun Wang, et al. Static Magnetic Field Exposure Reproduces Cellular Effects of the Parkinson´s Disease Drug Candidate XM241385. PLos One, 2010; 5(11): e 13883.

(2) László JF, et al. Daily exposure to inhomogeneous static magnetic field significantly reduces blood glucose level in diabetic mice. Int J Radiat Biol. 2011 Jan; 87(1):36-45.

(3) Shieh YY, Tsai FY, Static magnetotherapy for the treatment of insomnia. Int J Electron Healthc. 2008,4(3-4):339-49

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